1 de jan de 2015

How to Love - Capítulo 45 / 3ª Temporada

"My little girl"

- Eu... Eu vou ir ver a mamãe – falei falhando um pouco – E não tente me impedir, já chegou vocês me enganando esse tempo todo.
- Precisamos conversar SeuNome – meu pai disse dando um passo a frente.
- Não, deveria ter feito isso antes... eu só quero ver a mamãe – falei limpando algumas lágrimas que escorreram.
- SeuNome querida, não pode simplesmente sair de casa – Mama falou vindo na minha direção e me abraçando.
- Eu só quero ver a minha mãe – falei fungando.
- Nós sabemos querida, mas agora não é a hora – meu pai falou.
- Ah é?! E quando é a hora, a hora que ela ficar pior é? Eu quero estar lá com ela – falei me soltando de Mama.
- SeuNome... - meu pai se pronunciou, mas eu o interrompi.
- Vocês mentiram pra mim, durante esse tempo todo – falei e mais lágrimas escorreram.
- Nós fizemos para o seu bem SeuNome – meu pai disse.
- Pois então agora eu quero ir ver a mamãe – falei secando as lágrimas – vocês não vão me impedir em questão a isso.

Papai olhou para baixo, talvez estivesse pensando. Austin mantinha seu olhar em mim forte, eu queria mais que tudo abraçar ele e pedir para que tudo isso fosse mentira, mas me mantive firme. Mama estava com a mão sobre o braço de meu pai o apoiando e conversando. Logo vi Austin se aproximando e quando eu levantei para encará-lo pude ver que ele também estava magoado com tudo isso, eu sentia que eu estava magoada, tinha a dor no meu coração e era mais forte que tudo. Quando ele ia abrir a boca para falar alguma coisa, eu o abracei e o pegando de surpresa, ele logo correspondeu ao abraço e comecei a chorar novamente contra seu peito, eu não conseguia resistir ele. E também não poderia ficar brava com ele, havia feito uma promessa a sua mãe.

- SeuNome eu sinto muito – ele falou e me deu um beijo no topo da minha cabeça – por tudo.
- Desculpa por antes – eu falei ainda vendo a cena anterior, eu havia sido muito grossa com ele. Não merecia isso, não merecia mesmo. Talvez eles todos queriam me poupar de uma dor, e não me contaram para que eu pudesse me mudar para Miami junto com o meu pai sem preocupação – Desculpa mesmo – falei sincera.
- Tudo bem SeuNome – ele falou brincando com meus cabelos – Também iria me sentir assim caso me escondessem algo.

Ele ficou brincando com meus cabelos por um tempo e aos poucos o meu choro foi cessando. Por fim acabei molhando a camiseta de Austin, pedi desculpas para ele por causa disso, ele apenas me mandou um sorriso dizendo que estava tudo bem.

Eu não tinha ideia de como estava o estado de minha mãe. Meu pai havia ido falar ao celular enquanto eu estava sentada na sala encarando minha mala e a mochila em um canto, pensando em pega-las e sair correndo, mas eu não conseguiria ir muito longe. Por fim escutando a conversa de meu pai ao celular pude ouvir que ela não estava bem, e a raiva voltou. Fechei minha cara com Austin por sabendo que ele sabia de tudo, mas ao mesmo tempo eu queria que ele não tivesse me mentindo, mas mentiu. Eu sabia que não poderia ficar assim, ele havia me dito que prometeu a sua mãe não contar, mas simplesmente não dava para entender porque todos eles tinham que fazer isso comigo. Uma voz na minha cabeça falava que eu estava sendo tola ao ficar brava com Austin e outro simplesmente dizia que o que eu fazia era certo, porque ele havia feito tal coisa comigo. Mas eu havia pedido desculpas para ele por ter gritado e feito tudo aquilo antes, eu simplesmente iria alterar tudo o que aconteceu e ficar brava com ele de volta. Mas havia razão, pelo menos eu acho que sim. O subconsciente do mal concordava com o que eu estava fazendo e o outro revirava os olhos para a grande tolice que eu estava fazendo, resolvi ignorá-lo.

- Seu Nome? - meu pai me tirou dos meus pensamentos confusos e então eu o encarei esperando que ele falasse algo – Você quer ir mesmo ver sua mãe – Assenti ainda não querendo me pronunciar em voz – Tudo bem – ele encolheu os ombros e então foi para seu quarto e demorando alguns minutos, logo reapareceu com uma mala de mão – Então vamos – ele disse e então eu me levantei do sofá.

Austin e Mama também se levantaram e logo Mama se pronunciou.

- Nós gostaríamos de ir, mas Austin tem que resolver algumas coisas – ela falou.
- Tudo bem Michele, sem problemas – meu pai falou.
- Nós podemos acompanhar você até o aeroporto, para que não precisem deixar o carro lá – Mama falou e meu pai assentiu.

Respirei fundo e então fui em direção a minha mala e a mochila, coloquei a mochila nas costas e peguei a mala a arrastando. Logo abri a porta e saí apertando o botão do elevador. E pensar que uns dias atrás tudo estava bem, ou talvez algumas horas.

[...]

Durante o caminho até o aeroporto não falei nada. Estava perdida em pensamentos. Austin não falou comigo e fiquei grata, havia ficado olhando o tempo todo para fora do carro. Michele e meu pai foram na frente, assim deixando eu e ele no banco de trás.

Sai do carro quando havíamos chego e então peguei minha mochila e a mala. Assim que meu pai conseguiu as passagens fizemos o check in e deixamos a minha mala, continuei com a mochila e com a mala de mão. Faltava vinte minutos para o embarque e não tenho ideia de como meu pai havia conseguido passagens tão rápido e com o primeiro vôo de volta para San Antonio. Nos sentamos nos bancos que haviam lá e meu pai e Michele não paravam de conversar. Eu e Austin não havíamos pronunciado nenhuma palavra o caminho todo, até agora.

- SeuNome? - me chamou.
- Sim? - falei.
- Está tudo bem? - ele perguntou.

Oh. Claro que está tudo bem. Acabei de descobrir que minha mãe está com câncer, e eu não sei se ele é maligno ou benigno, também descobri que vocês estavam mentindo para mim, mas é claro que eu estou bem, como não está bem não é? Pensei nisso e me imaginei dando um sorriso falso. Ignorei esse pensamento e então falei:

- Claro – falei – que não.
- Eu fiz alguma coisa SeuNome? - ele perguntou e eu revirei meus olhos, eu não iria responder a sua pergunta. Por mais que eu havia pedido desculpas antes eu resolvi seguir aquele conselho do meu subconsciente – SeuNome, não fiz nada para você – ele falou e eu o encarei com um sorriso sarcástico.

Me levantei e então parei em frente ao papai e logo perguntei:

- Será que a gente já pode ir para a sala de embarque? - perguntei.
- Oh, você já quer ir SeuNome? - meu pai perguntou se levantando.
- Seria bom – eu falei de braços cruzados.

Eu sei que eu estava talvez pelo meu ato de ter cruzado os braços parecendo um menina mimada, mas eu não queria mais ficar aqui e sim ir para casa, onde estava minha mãe, e também não queria falar com Austin.

Meu pai se despediu de Michele, e eu também me despedi da mesma logo em seguida. Meu pai já havia se despedido de Austin e pegava sua mala. Fui Austin um pouco sem vontade e então ele me puxou para um abraço, correspondi.

- Se cuida SeuNome – beijou o topo da minha cabeça – Aposto que vai estar linda no vestido. Amo você – ele falou.

Apertei um pouco mais o abraço e então o soltei, não falei nada. Peguei minha mala e pude sentir que ele me olhava. Com uma distância de dois metros mais ou menos eu olhei para trás, e meu pai também. Encarei Austin e sussurrei um eu te amo, e o mesmo acho que não conseguiu compreender. Logo meu pai e eu fomos para a sala de embarque.

Papai havia conseguido um lugar na janela para mim, e ele ficou do outro lado do corredor. Seria até bom, porque eu poderia pensar nas coisas que haviam acontecido. Coloquei o fone não me importando que eu tivesse que desligar o celular e encostei minha cabeça no banco enquanto o avião começou a se mover e então pegar velocidade pela pista. Olhei para fora da janela e pude ver o chão ficar para trás.

[...]

Eu estava com medo, medo de que o câncer que minha mãe tivesse fosse maligno, se fosse benigno e tivesse sido descoberto a tempo haveria um tratamento, eu também estava com muitas duvidas que não se calariam até eu ter as devidas respostas.

Estávamos indo para o hospital com as malas, mas eu queria ir sozinha até o hospital. Então logo me pronunciei.

- Papai será que eu poderia ir até o hospital sozinha? - perguntei e ele me encarou sério – por favor.
- SeuNome não posso deixar você sozinha – ele falou.
- Não precisa, eu não vou fugir e você pode levar até em casa as malas e depois voltar - eu falei.
- Posso confiar em você? - ele perguntou e eu assenti.

Paramos em frente ao hospital e então meu pai disse:

- Okay, eu volto logo querida – ele falou e então eu dei um abraço nele.
- Obrigada – falei e logo abri a porta e sai.

Assim que fechei a porta acenei e então o táxi se foi. Respirei fundo me virando e entrei no hospital logo indo até a recepção.

- Olá posso ajudar? - a recepcionista... Sonia falou.
- Olá, eu gostaria de ver minha mãe – falei e logo acrescentei – ela se chama Nicolle Laurent.
- Okay, preciso de sua identidade – ela falou e logo peguei a mesma e a entreguei - só um momento – ela falou e encarou a tela do computador digitando algumas coisas, me entregou um crachá junto com minha identidade – Ela esta no quarto 74, você vai reto e depois pega a direita e vira no segundo corredor a esquerda – ela falou e então eu assenti.
- Obrigada – falei e ela assentiu.

Enquanto caminhava pude ver o quanto eu tremia, eu estava com medo, muito medo. Respirei fundo e segui o caminho que a recepcionista havia dito para mim. Assim que cheguei ao corredor do quarto fui olhando porta por porta, até encontrar a 74. Me encostei na parede e passaram com uma maca e um paciente. Respirei fundo várias vezes, eu não sei se eu conseguiria aguentar o meu choro, não dava para acreditar. Respirei fundo um ultima vez e engoli a minha vontade de chorar nesse exato momento, já era de noite e o horário de visitas acabava daqui a meia hora.

Segurei a maçaneta da porta e então a girei, fechei os olhos e logo os abri e engoli o choro quando vi minha mãe deitada na cama dormindo, ela estava com uma aparência muita magra, usava um lenço em sua cabeça e a TV estava ligada, mas a mesma dormia. Não pude evitar, deixei as lágrimas escorrerem pelo meu rosto e me aproximei da mesma, parei ao seu lado na cama e então peguei em sua mão, a segurando.

Minha mamãe... meus pensamentos voaram para outro mundo, me lembrando de quando eu era criança com uns seis anos de idade. Nós estávamos em um parque e eu estava com medo de ir ao escorrega, eu disse para mamãe para ela me segurar, e ela disse que estaria sempre aqui para me segurar. Não pude conter as lágrimas, elas saiam involuntariamente.

Ela era uma mulher tão forte, porque isso tinha que acontecer. Porque com ela? Me lembro de quando fiz sete anos e eu acabei caindo da bicicleta e ralando o meu joelho, ela veio correndo até mim e disse que tudo iria ficar bem, me levou para dentro de casa e passou remédio no machucado.

Sequei minhas lágrimas com as costas da minha mão e então eu disse sussurrando:

- Eu amo você mamãe – minha voz estava muito fraca, e as minhas ultimas palavras não davam quase para se escutar – por favor, não me deixe.

- Eu também amo você, minha garotinha – ela falou apertando minha mão e sua voz saiu muito fraca.

Continua...

Olá amores, feliz 2015 que esse ano seja melhor que os outros. Desculpem a demora, mas já começamos o ano com um capítulo de How to love, isso é bom eu acho. Falem comigo na ask e twitter, adoro responder vocês. Caso surja alguma duvida sobre o capítulo ou a fanfic em si me contatem. Links abaixo amores. Comentem amores. Beijos e aproveitem o capítulo. XOXO SWEETS.
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24 de dez de 2014

HELLO


Olha só quem voltou!!!! MEEEEE
Então... Queria pedir desculpas por não postar uns meses, sinto muito, mas eu tenho que me dedicar aos estudos, e olha que ta um pouco difícil, cada trabalho que me aparece ein. Enfim gente, espero poder postar essa semana ainda, estive escrevendo o capítulo essa semana, pretendo terminar a fanfic nessas férias ainda. E eu não sei se devo ler os comentários, porque geralmente vejo que tem bastante gente dizendo que abandonei, e me xingando eu acho. Prefiro ficar nesse modo, mas assim que postar o próximo capítulo gostaria de ver os comentários de vocês.
Hoje é aniversário do Louis <3 meu amorzinho #23 HAPPY BIRTHDAY BABY
Espero que o Aus esteja bem <33
Por enquanto é isso, e peço imensas desculpas a vocês por não ter postado esses meses.


25 de jul de 2014

How to Love - Capítulo 44 / 3ª Temporada

"Verdades vem em vão"
Quarta-feira, 03:47 PM. Miami, Flórida.
POV SeuNome.
Eu não acreditava que tinha feito aquilo. Já tinha se passado uns três dias dês de o que aconteceu. Eu não estava grávida, mas é claro que não. Eu tentava ligar para mamãe e no final de tudo só dava caixa postal, eu precisava falar com ela e muito. Já era a sétima vez que eu tentava ligar para ele nesse dia, e no final de tudo só dava caixa postal. Às vezes eu pensava que ela só queria ter se livrado de mim, mas ela sempre foi tão boa comigo.
E nesses três dias veio uma noticia muito boa, era sobre o tal concurso de miss. Eu havia sido umas das selecionadas para isso, mas o meu animo estava muito lá em baixo para tudo isso. Confirmei presença daqui a uns 4 dias é o tal dia.
Estava sozinha em casa, sentada no sofá assistindo um filme sem nada muito de interessante. Escutei a campainha tocando e logo me levantei bufando, só poderia ser Austin porque o porteiro não avisou nada. Assim que abri recebi um sorriso, retribui o mesmo e logo ele veio me beijar, e passou para o meu pescoço, mas eu não estava no clima para isso.
- Austin... Por favor para, eu não estou bem – falei tentando me afastar dele.
- Ah qual é SeuNome – falou.
- Para Austin! – falei.
- O que é dessa vez? – perguntou bufando.
- Eu só não estou bem – dei de ombros – e sem clima para isso!
- A gente passa quase três dias sem se ver e você retribui assim? – falou.
- Eu não sou uma máquina de fazer sexo! Se quiser arranja outra – falei brava.
- Vish, ta de TPM é? – ele deu risada – vem cá vou curar isso pra você.
Ele voltou a beijar meus lábios, e assim passou para meu pescoço. Esse garoto parece que não entendeu ainda.
- Austin para! – falei tentando empurrar ele – Você não entende que não é um bom dia para isso, caralho! – empurrei ele com toda a minha força – Eu não quero isso hoje.
- Ta bom SeuNome – ele falou e pelo visto eu tinha vencido, foi até o sofá e se sentou – Vem cá – falou.
Eu caminhei até o mesmo e me sentei ao seu lado, ele então passou o braço sobre meus ombros.
- Pode falar, o que aconteceu? – respirei fundo antes de falar.
- Minha mãe... Ela não está atendendo aos meus telefonemas, já é a sétima vez que ligou para ela – senti ele ficar rígido ao meu lado – Eu já não sei quantas vezes tentei ligar para ela nesses três dias – falei e então ele não falou nada, ficamos quietos por uns dois minutos – Austin? – perguntei.
- Sim?
- Não vai dizer nada? – sentei virada para ele e pude ver que ele me escondia alguma coisa, ou ele queria falar e não podia – O que foi? O que você está escondendo?
- O que? – ele deu risada, mas eu sabia que essa risada era falsa.
- Austin fala logo o que você sabe. O que você está escondendo?
- Não estou escondendo nada SeuNome, que ideia ein – sorriu virando para TV.
- Austin, eu sei que você está mentindo – falei e o mesmo respirou fundo.
- Promete que você vai ficar aqui? Em Miami, junto comigo? – perguntou.
- Austin pra que isso? – perguntei.
- Promete? – perguntou.
- Não vou prometer nada, porque eu não sei do que se trata – falei e ele respirou fundo.
- É sobre sua mãe – falou.
- O que tem ela? – perguntei já me sentando totalmente ereta.
- Ela... SeuNome, eu não sei se devo te contar isso - ele colocou as mãos sobre a caeça.
- Austin, por favor. Eu preciso saber o que esta acontecendo – falei já sentindo lágrimas em meus olhos.
- Ela... Ela está com câncer SeuNome – falou e logo me encarou.
- O... O que? - perguntei colocando as mãos sobre a boca.
- Desculpe SeuNome – falou abaixando a cabeça.
- N-Não pode ser – falei me levantando e colocando a mão sobre a cabeça.
- SeuNome...
- Não...
Eu não estava acreditando no que ouvi, isso não poderia ser verdade. Nunca, ela teria me contado isso sobre isso... Ou não. Talvez tudo isso, de me mudar para Miami junto com papai, ou isso já foi planejado há muito tempo... Talvez eles soubessem disso o tempo todo, e me deixar fora disso.
- Austin dês de quando você sabia disso? - perguntei me virando para o mesmo e limpando algumas lágrimas que escorriam em meu rosto.
- Ham... - ele abaixou a cabeça – des do começo.
- Como você pode fazer isso comigo? - perguntei chorando mais.
- Desculpe SeuNome, minha mãe me fez prometer – ele falou caminhando em minha direção e eu sai andando.
- Não pode ser verdade – falei colocando a mão na cabeça e Ausin me seguia.
- SeuNome...
- NÃO – gritei com raiva.
- SeuNome olha para mim – Austin segurou meu braço e fez olhar para ele – Tudo vai ficar bem, sua mãe vai ficar bem.
- Como você pode ter certeza disso Austin? - perguntei.
- SeuNome... - ele olhou para baixo.
- Viu você não pode dizer isso – falei e logo ele me puxou para um abraço, no qual eu correspondi de imediato. Eu não queria que nada disso acontece-se, não pode ter acontecido, não com mamãe. Mas eu não podia ficar aqui, eu tinha que ir ve-la – Eu vou ir – falei me soltando de seu abraço.
- SeuNome você não pode, pedi para que você ficasse aqui – Austin falou.
- Mas, mas não posso deixar minha mãe naquele lugar. Eu... Eu preciso ir ver ela, você sabe como ela está? Se ela está em casa? - perguntei encarando, logo ele olhou para baixo – Austin, fala, por favor.
- Ela está internada SeuNome, está fazendo o tratamento no hospital.
- E porque você não me disse isso – falei chegando mais perto dele e empurrando – Como você pode Austin, confiei em você.
- Desculpe SeuNome, eu não podia...
- Podia sim – falei enxugando meus olhos com as costas da mão – Você podia – abaixei a cabeça e me virei para ir para o meu quarto.
- SeuNome – Austin falou em um sussurro.
- Não Austin, você não vai me convencer a ficar aqui – gritei – Ninguém vai me impedir de ir ver minha mãe.
- SeuNome você não pode – Austin falou – Por favor, fique por mim.
- Austin não vou fazer isso, é a minha mãe.
- Eu sei... Eu sei.
Caminhei para fora da sala enxugando minhas lágrimas e não acreditando que ele tinha feito isso, que todos eles tinhas feito comigo. Bati a porta a porta do quarto e coloquei as mãos sobre a cabeça, isso não poderia acontecer, não poderia. Encostei-me na porta e fui deslizando até me sentar no chão. Escutei batidas na porta e continuei chorando.
— SeuNome? – Austin me chamava calmamente.
— Não Austin eu não quero te ver... Por favor, saí daqui – falei ainda chorando.
— SeuNome, caso você for para San Antonio... - ele se calou e eu fiquei em silêncio para ouvir o que ele ia falar – Não esqueça do seu vestido...
E então eu não escutei mais nada. Talvez ele tenha ido embora, melhor assim. Posso chorar sozinha, sem ninguém me escutando. Eu não sei por quantos minutos eu fiquei chorando, mas me levantei e peguei minha mochila e uma mala pequena. Sim, eu iria ver ela. Coloquei poucas roupas na mochila e na mala deixei ao fundo o meu vestido. Fui para a porta e tranquei a mesma, corri para o banheiro e liguei o chuveiro. Minhas lágrimas ainda escorriam pelo meu rosto. Me despi e entrei no banho.
As lágrimas salgadas se misturaram com a água doce do chuveiro. Eu simplesmente não conseguia contê-las. Assim que terminei meu banho me enrolei na toalha e fui para o armário e peguei minha roupa. Respirei fundo e saí para pegar um pouco de ar fresco, isso talvez fosse me fazer bem. Minha mala e minha mochila estavam sobre a cama, olhei para o horizonte e então eu respirei fundo e disse:
— Estou indo mãe... - abaixei minha cabeça e saí da sacada fechando a mesma.
Peguei minha mochila e coloquei em minhas costas. A mala também e destranquei a porta do meu quarto. Toda a casa estava em silêncio, bom que não havia ninguém. Passei pela sala caminhando em direção a porta, assim que cheguei na mesma deixei a mala ali e olhei para trás, respirei fundo e dei um passo a frente, quando fui tocar na maçaneta a mesma se moveu e a porta foi aberta, onde revelou meu pai ali, Austin e Mama.
— Aonde pensa que vai mocinha? —perguntou me encarando.

CONTINUA...
Olha quem voltou!!! Não vão conseguir se livrar de mim tão fácil muahahaha.Então, desculpem a demora por postar, estava realmente sem tempo. Olha desculpem sério, se quiserem falar comigo por alguma rede social vou deixar ali em baixo okay? Galera, até o próximo capítulo e desculpem a demora. THE WALKING DEAD É FODA, AMO FORTE. 50 TONS NEM SE FALA NÉ GENTE, viram o trailer? Ai caraleo, tive um treco hahaha. É isso, bjo pra vocês. Meus contatos ali em baixo, e caso alguém queira falar por e-mail, fala no comentário do capítulo que passo no próximo, amo falar por e-mail. Obrigada pelos comentários positivos, pode apostar que leio eles. Obrigada :)
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